Conferência encerra Ano Internacional do Planeta Terra
Evento no Rio conclui atividades nos países de língua portuguesa
Rio de Janeiro, 02/10/2009 – Celebrado pela Organização das Nações Unidas no triênio 2007-2008-2009, o Ano Internacional do Planeta Terra (AIPT) terá suas atividades encerradas pelos países de língua portuguesa em um evento na Academia Brasileira de Ciências (ABC), no Rio de Janeiro, nos próximos dias 5 e 6. A Conferência “Geociências nos Países de Língua Portuguesa: de um Passado Comum para um Futuro de Integração” será aberta nesta segunda-feira, às 9 horas, com a presença de representantes da ABC, da UNESCO, do Ministério da Ciência e Tecnologia e da Petrobras, além de eminentes figuras da área geocientífica de Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal.
A Conferência tem o objetivo de apresentar e debater a situação do ensino, a prática e o reconhecimento social e governamental das Ciências da Terra nos países de língua portuguesa. Um dos destaques da programação do evento será a apresentação pela Petrobras da palestra “As Geociências em tempos de Pré-Sal”, no dia 5, às 11 horas, seguida de uma conferência do secretário-executivo do Ano Internacional do Planeta Terra, Eduardo de Mulder. À tarde, serão abordados os temas do ensino das Geociências no Brasil e do ensino de Geociências para Professores de Ensino Médio. A partir de 16h30 será possível acompanhar apresentações sobre a situação das Ciências da Terra em Moçambique e Guiné-Bissau.
Uma mesa-redonda ao final do encontro avaliará o legado do Ano Internacional do Planeta Terra como base de atuações futuras dentro do seu objetivo maior: demonstrar à sociedade a importância crucial das geociências para o bem estar da sociedade no seu dia-a-dia. O Ano será encerrado oficialmente, em âmbito internacional, em novembro, em Lisboa, com um grande evento reunindo representantes dos quase 100 países que se envolveram diretamente nas comemorações. Liderado pela UNESCO e pela União Internacional de Ciências Geológicas (IUGS), o AIPT foi proclamado em 2005 pela ONU com o apoio unânime de 191 países. Mais

