Você está aqui: Página Inicial Mídia Últimas Notícias - Arquivo ACNUR e ACB lançam no Rio campanha “Maré de Saúde”

ACNUR e ACB lançam no Rio campanha “Maré de Saúde”

Jovens brasileiros e angolanos encenam peça teatral com mensagens preventivas e educativas no Complexo da Maré

Maré da Saúde.jpgRio de Janeiro, 19/11/20008 – A agência da ONU para refugiados (ACNUR) e a organização não-governamental Ação Comunitária do Brasil/RJ (ACB) lançam hoje, no Rio, a campanha “Maré de Saúde”, com o objetivo de conscientizar jovens e adultos moradores da Vila do João, no Complexo da Maré, sobre saúde sexual e reprodutiva e a importância da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e do HIV/Aids.

A peça teatral “Prevenção é a solução”, produzida pela Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA), será o ponto inicial da campanha e acontece no contexto do Zumbi Vive - Panorâmica Maré, evento que celebra o Dia da Consciência Negra na Maré. A peça levará ao público mensagens preventivas e educativas e será encenada por jovens moradores da própria comunidade, incluindo angolanos migrantes e refugiados.

Durante o evento, serão distribuídos materiais informativos sobre o tema e exibidos vídeos educativos na sede da Ação Comunitária e no posto de saúde local. Também haverá a entrega de mais de 4 mil preservativos masculinos ao posto de saúde da Vila do João, doados pelo Programa Nacional DST/Aids, do Ministério da Saúde.

O projeto foi desenvolvido pelo ACNUR e pela ACB com o objetivo de fortalecer os vínculos entre a comunidade local, a população refugiada e as instituições locais de saúde numa região onde se concentra a maioria dos refugiados angolanos que vivem no Brasil. Além da participação da ABIA e do Programa Nacional de DST/Aids, a iniciativa conta com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

O Brasil possui atualmente uma população de aproximadamente 3,8 mil refugiados de mais de 70 diferentes nacionalidades. Os angolanos representam o maior grupo de refugiados no país – cerca de 1,7 mil pessoas –, a maioria delas residente no Rio e em São Paulo. Eles chegaram ao Brasil entre o fim da década de 80 e começo de 90 devido à guerra civil que atingia o país. Mais

Ações do documento